AQUI EM CIMA DO MANGUE EU RESPIRO MELHOR
a obra retrata corpos trans apenas sendo. corpos que se abraçam.
não há genitais, cabeça, pés ou mãos. as formas se concentram no encontro.
as linhas se estendem como continuidade entre esses corpos, criando uma rede.
o mangue aparece como esse lugar onde esses corpos podem existir juntos.
um espaço de respiro.
bordado, costura, miçangas de vidro, linhas azuis sobre tecido algodão cru - 143x75cm ANO 2026